Passagens bíblicas que os padres, pastores e outros líderes religiosos não citam dentro das igrejas

Juízes 11:1-40

Jefté filho de uma mulher prostituta, (A prostituição não era um crime passível de apedrejamento?) e filho de Gileade, veio a ter sua herança tomada por parte de seus irmão por não ser filho da mesma mãe que eles, mais o futuro preparava uma supresa para os habitantes de Gileade, pois os filhos de Amon buscavam travar batalhas contra Israel. Diante de tanta pressão os anciãos de Gileade resolveram encontrar Jefté e lhe propor uma acordo, o comando das tropas e sua dignidade de volta, em troca da defesa contra o povo dos filhos de Amon.  Mas no decorrer da história Jefté cometeu um grande erro na sua vida.

Fez um voto diante de Jeová em troca de um favor.

30 Jefté fez então um voto a Jeová e disse: “Se tu, sem falta, me entregares os filhos de Amom na mão, 31 então terá de dar-se que aquele que sair, quem sair da porta da minha casa ao meu encontro, quando eu voltar em paz dos filhos de Amom, terá de tornar-se então de Jeová, e eu terei de oferecer a tal como oferta queimada.” 

Após severas lutas contra os filhos de Amon, Jeová lhe concedeu a vitória tão esperada. A vitória foi além das espectativas, levou o flagelo aos seus inimigos desde Aroer até Minite – vinte cidades – e até Abel – Queramim. Enfim chegou o momento de cobrar o voto:

34 Finalmente, Jefté chegou a Mispá, à sua casa, e eis que lhe saía ao encontro sua filha, tocando pandeiro e dançando! Ora, ela era absolutamente filha única. Fora dela não tinha filho nem filha. 35 E sucedeu que, quando a avistou, começou a rasgar suas roupas e a dizer: “Ai, minha filha! Fizeste deveras que eu me dobrasse, e tu te tornaste aquele a quem eu bania. E eu é que abri a minha boca a Jeová e não posso voltar atrás.”

36 Mas ela lhe disse: “Meu pai, se abriste a tua boca a Jeová, faze comigo segundo tudo o que saiu da tua boca, visto que Jeová executou para ti atos de vingança sobre os teus inimigos, os filhos de Amom.” 37 E ela prosseguiu, dizendo a seu pai: “Faça-se esta coisa comigo: Deixa-me a sós por dois meses e deixa-me ir, e eu hei de descer sobre os montes, e deixa-me chorar a minha virgindade, eu e as minhas companheiras.”

A menina aceitou de bom grado a condenação pois acreditava que foi feito um a voto a Jeová e não podia ser rompido. Fez apenas uma exigência diante de seu tosqueador, que permitisse que fosse com com suas companheiras até alguns montes para chorar a sua virgindade.

39 E sucedeu que, ao fim dos dois meses, foi retornar a seu pai, após o que ele cumpriu seu voto que fizera referente a ela. Quanto a ela, nunca teve relações [sexuais] com qualquer homem. E veio a ser um regulamento em Israel: 40 As filhas de Israel subiam de ano em ano para decantar a filha de Jefté, o gileadita, por quatro dias no ano.

Claramente percebemos que houve um sacrifício humano a Jeová. Jefté se sentiu traído por seu próprio voto, tendo a obrigação sacrificar sua única  filha por causa de um voto ao seu Deus. A menina não lastimou a atitude de seu pai e nem a condição imposta para uma vitória contra os inimigos de seu povo, apenas aceitou. Nem Jefté, nem a menina, nem o povo, receberam a visita de um anjo acompanhado de um animal para trocar o sacrifício humano por um sacrifício de um animal como na história de Abraão.

Percebemos que um voto ao Deus Jeová tem que ser cumprido a todo custo.

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