Não veja nenhum mal, não ouça nenhum mal, não fale nenhum mal

Todos os fanáticos religiosos detêm na pior das formas de interpretações as três características, ou pelo menos uma delas, dos famosos três macacos sábios. Conhecidos como Mizaru, o que cobre os olhos, Kikazaru, o que tapa os ouvidos e Iwazaru, o que tapa a boca. Os quais simbolizam os três exercícios importantes para uma vida espiritual equilibrada e limpa. Não veja nenhum mal, não ouça nenhum mal, não fale nenhum mal, diferentemente do sistema religioso alterado, manipulado, distorcido, interpretado, editado, desfigurado, …, tudo para o bel prazer, desde que o mundo é mundo. Onde os fanáticos religosos passam a cultivar uma vida torpe, onde não vêem, não falam e não ouvem, as palavras do próprio Deus que supostamente seguem, apenas a do seu líder terreno, suposto portador da palavra de Deus.

13. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Vós fechais aos homens o Reino dos céus. Vós mesmos não entrais e nem deixais que entrem os que querem entrar. Mt 23:13

28.Assim também vós: por fora pareceis justos aos olhos dos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade. Mt 23:28

Fonte: http://www.bibliacatolica.com.br/01/47/23.php

Esse assunto me faz lembrar um dos contos de Hans Christina Andersen.

A ROUPA NOVA DO IMPERADOR

Um trambiqueiro, se fazendo passar por um alfaiate de terras distantes, diz a um determinado imperador, que poderia fazer uma roupa muito bonita e cara, mas que apenas as pessoas mais inteligentes e astutas poderiam vê-la. O imperador, muito vaidoso, gostou da proposta e pediu ao trambiqueiro que fizesse uma roupa dessas para ele.

O trambiqueiro recebeu vários báus cheios de riquezas, rolos de linha de ouro, seda e outros materiais raros e exóticos, exigidos por ele para a confecção das roupas. Ele guardou todos os tesouros e ficou em seu tear, fingindo tecer fios invisíveis, que todas as pessoas alegavam ver, para não parecerem estúpidas.

Até que um dia, o imperador se cansou de esperar e resolveu juntamente com seus ministros ver o progresso do suposto “alfaiate”. Quando o falso tecelão mostrou a mesa de trabalho vazia, o imperador exclamou: “Que lindas vestes! Você fez um trabalho magnífico!”, embora não visse nada além de uma simples mesa, pois dizer que nada via seria admitir na frente de seus seguidores súditos que não tinha a capacidade necessária para ser imperador. Os nobres ao redor soltaram falsos suspiros de admiração pelo trabalho do trambiqueiro, nenhum deles querendo que achassem que eram incompetentes ou incapazes. O trambiqueiro garantiu que as roupas logo estariam completas, e o imperador resolveu marcar uma grande parada na cidade para exibir as vestes especiais. A única pessoa a desmascarar a farsa foi uma criança com seu grito absorvido por todos. “O imperador está nu”. O imperador se encolhe e suspeita que a afirmação é verdadeira, mas se mantém-se orgulhosamente e continua a procissão, com seus seguidores súditos segurando a enorme calda da roupagem.

Em qual dos dois assuntos você se encaixa?

QUESTIONE, AVERIGUE, FORME OPINIÃO, EVOLUA, LIBERTE-SE.

Vê, pois, que a luz que está em ti não sejam trevas. Lc 11:35

Fonte: http://www.bibliacatolica.com.br/01/49/11.php
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